Um produto MudAção · Aconselhamento executivo
Ajubá.
Aquele que acompanha.
Um espaço confidencial onde líderes podem parar, pensar e decidir — com alguém ao lado que não tem agenda própria nem quer vender nada além de boa conversa.
Conversar com Felipe FeldensPara quem foi desenhado
Executivos em momentos que pedem outra mesa pra pensar.
Ajubá não é para todo líder, nem para qualquer momento. Costuma fazer mais sentido nestas três situações:
No início de um capítulo novo
Primeiros 90-180 dias em um cargo novo. CEO recém-empossado, diretor que herdou uma área, sucessor assumindo a empresa familiar. O acompanhamento ajuda a navegar a leitura da operação, das pessoas e das decisões que não podem esperar.
Na decisão que ninguém mais pode tomar por você
Venda da empresa, reestruturação de time, separação societária, entrada em nova geografia. Decisões onde falar com o conselho já não basta — e falar com o terapeuta é pouco técnico.
Na virada de rota
Saída de posição de alta liderança, construção do próximo capítulo (board, empreender, conselho, segundo ato). Momento em que olhar pra frente exige outra perspectiva.
Como funciona
Um formato simples. Entregue com profundidade.
01
Conversa de entrada · gratuita
45 minutos, sem compromisso. Entender contexto, momento e expectativa. Se fizer sentido pros dois lados, seguimos.
02
Contrato simples · sem surpresa
Frequência, duração, escopo, confidencialidade. Contrato mensal, com cláusula de saída a qualquer momento — de ambos os lados.
03
Sessões regulares · 2 por mês
Encontros de 60-90 minutos, presencial ou remoto. Pauta aberta — você traz o que está na cabeça, eu trago provocação e perspectiva externa.
04
Pontos de parada · a cada 3 meses
Sessão trimestral mais longa pra olhar pra trás: o que mudou, o que continuou, se o acompanhamento gerou valor. Se não gerou, paramos. Sem drama.
Ajubá não é.
Não é terapia.
Não é mentoria técnica.
Não é coaching de performance.
É aconselhamento — a palavra antiga. Alguém ao lado, com experiência própria, disposto a escutar e a devolver o espelho. Você segue sendo o decisor. Eu sigo sendo a pessoa que te ajuda a ver o ângulo que você não tem sozinho.
Perguntas frequentes
Antes da primeira conversa.
+É presencial ou online?
Os dois formatos funcionam. A maioria das sessões acontece online — mais prático pra conciliar com agenda de alta liderança. Presencial é combinado caso a caso.
+Qual a duração mínima do contrato?
Não existe duração mínima formal. A experiência mostra que abaixo de 3 meses é difícil construir confiança e profundidade. Mas a cláusula de saída vale desde o primeiro mês, de ambos os lados.
+Quanto custa?
O valor é proposto após a conversa de entrada, em função do escopo e frequência combinados. É serviço premium, coerente com o tempo dedicado.
+Vocês dão feedback pra empresa?
Não. A confidencialidade é o alicerce. Se a empresa paga a conta, o contrato explicita: o conteúdo das sessões não circula.
+O que diferencia do coach executivo tradicional?
Três coisas. Felipe Feldens já foi o decisor — não é consultor que nunca exerceu o cargo. O formato é aconselhamento (provocação + contribuição de conteúdo), não só perguntas socráticas. Cada acompanhamento é único — sem metodologia proprietária de 12 sessões fixas.
Aquele que acompanha.
Se esse é o momento, agende a conversa de entrada. 45 minutos, sem compromisso.
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